A cnadidatura liderada pelo actual presidente da Cãmara de Sines promete, entre outras medidas, "Trablharmos, lutarmos e vencermos as batalhas para: A expansão do Terminal de Contentores e garantir a sua comptitividade". (ler mais aqui).

José Sócrates promete rede pública de guarda de crianças para ajudar jovens casais a ter filhos
José Sócrates já várias vezes referiu a sua aposta na rede pública de apoio às infância. Entre o discurso do primeiro-ministro -excelente do ponto de vista da propaganda - e a realidade vai uma enorme distância. Quem tem filhos num jardim de infância da rede pública ao que é que assistiu enquanto a propaganda fazia o seu caminho? Redução do pessoal, nomeadamente das educadoras/educadores e do restante pessoal técnico e auxiliar; desinvestimento nas instalações muitas vezes em condições degradadas e que colocam em perigo as crianças; privatização de serviços essenciais como o fornecimento de refeições, cedido a empresas de venda de comida préconfecionada contra a opinião dos encarregados de educação; falta de meios adequados para o cumprimento integral da função educativa.
A menos que o caso de Sines seja um caso único no contexto nacional - e eu sei que não é - foi isto que se passou com o único infantário da rede pública que continua a funcionar numas vetustas instalações pré-fabricadas, inauguradas por Américo Tomás.
A propaganda é ....

Angulo vai reforçar ataque dos “leões”
No Sporting é assim não podem passar muitos dias depois de uma boa decisão que não seja logo asssombrada por uma péssima decisão. Depois de se terem livrado do péssimo Reochemback - quem deu o aval ao seu regresso, com um salário elevadíssimo, andava a dormir na forma face aos antecedentes e à miserável carreira no Midlesbrough - pelo menos por dois anos, foram logo comprar um velhote no estaleiro de imprestáveis do Valência. Angulo pode ter muitas qualidades e vir a prestar bons serviços ao Sporting, mas em que posição jogará o homem? Quantos golos marcou no último campeonato espanhol? Quando marcou o último golo?
O Sporting não quis Varela porque, segundo Pedro Barbosa não se encaixava no projecto -esta foi a mais cómica declaração desportiva do ínicio de época - não renovou com o excelente Derlei, em grande forma no final da época passada, por alguns tostões, adquiriu Caicedo que, ou muito me engano ou não vai lá, manteve o imprescindível -outra momento de humor de Pedro Barbosa - Djaló, e agora vai a Valência e traz este senhor já entradote. Uma das opções que Varela fornecia ao Sporting era velocidade e profundidade nas alas e cruzamento algo de que Liedson gosta que se farta. Varela vai ser no futuro próximo um indiscutível no Porto e na Selecção e Pinto da Costa deve agradecer aos gurus do Sporting mais um valene encaixe de alguns milhões não daqui a muito tempo.
Voltando a Angulo foi contratado para jogar a avançado? Deve ser um atraso porque não jogava regularmente há mais de um ano. Para jogar a médio? Deve haver em Alvalade 5 ou 6 opções melhores, com jogadores da cantera. Que falta faz um jogador como este ao Sporting?
Deve ser imprescindível ao Projecto, como explicará um dia mais tarde o Pedro Barbosa.

Pina Moura diz que PSD tem programa “mais duro e mais focado” que o do PS
Ao menos o Pina Moura não tem os clássicos problemas da esquerda mais à esquerda. Para ele a questão não será nunca votar em Sócrates para evitar que Manuela Ferreira Leite chegue ao poder. Ele admite claramente que uma insuficiente dureza de Sócrates justificará por si só que MFLpossa ganhar as eleições. Daí não virá mal ao mundo de Pina Moura.
Diz ele no seu economês esclarecido que "os recursos são escassos" e por isso é necessário dureza, e colocar o foco no controlo da despesa pública. O que ele não esclarece é como fazer face à escassez dos recuros e à desigualdade brutal na distribuição dos rendimentos? Imaginamos que a sua proposta deve passar por maior dureza na repressão dos que protestem contra as desigualdades e políticas mais focadas naqueles que, como ele, absorvam grande parte dos rendimentos disponíveis. O socialismo socrático ou pós-socrático no seu esplendor.
Cunhal deve dar voltas no túmulo.

Trabalhos na Petrogal poluem Sines
Esta notícia, porque se trata de uma notícia feita por jornalista e editada por um orgão de informação nacional, revela que a "Petrogal já mandou suspender os trabalhos de manutenção do oleoduto(ler mais aqui)

PS recua e viabiliza debates nas televisões na campanha para as legislativas
O que não se pode é adoptar a lógica do prezo por ter cão e... por não ter. O PS participará nos debates com todos os candidatos nos moldes acordados com as diferentes televisões. Pronto, estão reunidas as condições razoáveis de debate democrático e por isso devemos estar satisfeitos. O PS recuou? Isso não invalida que a posição final seja boa para a democracia. SE esse recuo foi por força de um tom de censura que se instalou na sociedade e da avaliação dos custos de uma posição derecusa, são outros futebóis. A democracia tem esta virtude: obriga os mais poderosos a reverem os seus posicionamentos desde que a soposições sejam firmes.

Cerca de 37 mil professores conseguem um lugar na segunda fase do concurso de colocação
Grande feito socialista: conseguiram colocar 37 mil professores na segunda fase. Depois de terem colocado 30 mil na primeira já são cerca de 67 mil : Nunca houve tanta estabilidade, arrota contente esse expoente máxino do socratismo, Valter Lemos de seu nome.
O que o senhor não explica é porque razão apenas agora foram colocados estes 37 mil professores obrigando dessa forma milhares de professores que estão colocados nas listas de ordenação em lugares mais elevados a serem colocados nas escolas mais afastadas do seu local de residência e brigando e promovendo a efectiva separação familiar. Falo a partir da minha experiência familiar isto é falo do que sei. A minha família, no próximo ano, vai estar territorialmente organizada em dois polos: um em Sines e outro em Mértola. Falta apenas decidir o que fazer ao nosso filho de três anos que nos próximos quatro anos passará grande parte do seu tempo longe de um dos pais. Uma medida eminentemente socialista deste socialismo socrático ó sinistro. Mértola é uma simpática terra a menos de 140 Km de Sines que apenas um Valter Lemos qualquer num veículo socrático de transporte tecnologicamente planeado poderá percorrer em menos de 2,5 horas. A coisa é para durar quatro anos. A estabilidade do corpo docente é um objectivo estratégico deste Governo custe o que custar. Os mesmos quatro anos em que professores piores colocados - centenas de lugares abaixo nas listas de ordenação - valham elas o que valeram são elas que estão na base do concurso - ficarão nas escolas de proximidade.
Espero, é o meu principal objectivo como cidadão e da minha família, que esta gente não sobreviva politicamente ao próximo dia 27 de Setembro.

Adenda: Soube, passadas umas horas de ter escrito este post, que o pedido de destacamento feito pela minha mulher resultou numa colocação bem mais perto de casa. Este cenário, que era quase impossível de acontecer face às sucessivas alterações da lei, acabou por se verificar. Acaba assim o pesadelo dos últimos meses. Muitos outros em situação semelhante terão tido pior sorte. Isto não me leva a retirar uma vírgula a tudo o que escrevi sobre este Governo e a sua política e em particular esta equipa do ministério da Educação.

PSD quer suspender avaliação de professores e rever estatutos do aluno e carreira docente
Foi engano meu ou a líder do PSD nada disse sobre o modelo de gestão das escolas? Foi engano meu ou a líder do PSD não confirmou a vontade de realizar no próximo ano um novo concurso nacional para colocação dos professores? Aderiu à sinistra tese da "estabilidade do corpo docente", essa invenção de Sócrates e sus muchachos?
Estas omissões são graves mas aquilo que disse merece a minha concordância apesar de não votar na senhora nem no seu partido.

Campanha das legislativas sem debates nas televisões

"Os debates entre os líderes partidários não deverão realizar-se por recusa do PS em aceitar o modelo proposto pelas televisões que consistia num frente-a-frente entre todos os candidatos."
Sócrates está muito mais à vontade na propaganda. Foi a pensar na propaganda que estruturou a camapnha e mobilizou os recursos que mobilizou. Debater com todos era correr riscos desnecessários. sujeitar-se ao confronto com os hereges que ousam pensar que ele não governou tão bem como devia. Cérebros impermeáveis à boa nova que ele e o seu Governo espalham sobre o país com uma insistência louvável. Cérebros perdidos para a causa da sua esquerda moderna. Por que raio iria ele perder o seu precioso tempo com estes hereges, quando há tantos espíritos livres disponíveis por serem catequizados, aspergidos pela boa nova que só os mais hostis não aceitam e, pasme-se, alguns ousam mesmo questionar?
As televisões que não se queixem: têm muito onde gastar o dinheirinho, por exemplo, a transmitir imagens de arquivo dos Fóruns Novas Fronteiras e das homilias do professor Vital e de outros que tais.

Manuel Coelho, presidente da Câmara de Sines e candidato do SIM, apresentou mais uma queixa ao Ministério Público contra o blogue Estação de Sines( ler mais aqui)

Sporting empata e é relegado para a Liga Europa
Tonel foi a última arma a que Paulo Bento recorreu. O defesa-central a quem Paulo Bento nunca mais reconheceu qualidade para jogar no Sporting -desde então a equipa não parou de sofrer golos, sobretudo no jogo aéreo, mas isso não tem importância, certamente - foi chamado, pela primeira vez, para tentar marcar golos. Já antes um centímetro a menos de Carriço tinha levado a bola até Jovetic para, depois de despachar um incompreensível Pedro Silva, (Paulo Bento é mesmo teimoso o que para muitos é uma demosntração de personalidade) empatou o jogo e deu a passagem à Fiorentina.
Pronto, fica a coisa resolvida. ESta é a paga pelos feitos desportivos da época anterior: acesso à Liga dos Campeões perdido na segunda pré-eliminatória depois do milagre de Twente.
Insisto a equipa está mais fraca do que no ano passado e os equívocos não diminuiram, antes pelo contrário. Pereirinha, mete-se pelos olhos a dentro, é o único ala que pode chegar à linha de fundo e cruzar com perigo mas ou não joga ou joga com outras preocupações.
O costume. Agora já nem se produzem extremos no Sporting já que neste modelo d ejogo eles fazem tanta falta como a fome.

Já são conhecidos os gastos com as próximas camapanhas legislativa e legislativa. Ficámos a saber que PS e PSD juntos irão gastar mais de 50 milhões de euros. Parece um claro exagero e manifesta alguma insensibilidade quando as dificuldades do país são tantas.
No caso de Sines já é possível saber o que cada um vai gastar.(aqui)

Marques Mendes volta a defender lei que impeça candidaturas de políticos a contas com a justiça
Marques Mendes tem razão em parte das suas propostas. Não em todas. Não fraz sentido impedir a candidatura d equem não foi objecto de nenhuma sentença. A constituição de arguido ou a acusação não podem impedir a presunção da inocência. A sentença permite o recurso mas, quando o que está em questão são crimes cometidos no exercício do cargo, devem ser impeditivos da recandidatura. Já escrevi sobre esta questão noutras ocasiões. Marques Mendes tem méritos nesta matéria mas resvala um para a demagogia populista. É pena.
Mas, aquilo que quero referir é que Marques Mendes e o seu partido impedem, não só eles é verdade, uma reforma séria da arquitectura do poder local que reforce os mecanismos de controlo democrático do exercício do poder executivo. Se Marques Mendes não entender o que isto significa pode perguntar a Pacheco Pereira. E, tem apoiado o caciquismo, porquer não só não foi capaz de limitar os mandatos a dois, como cozinhou com Sócrates um deferimento na entrada em vigôr da lei da limitação dos mandatos que apenas produzirá efeitos em 2013. Já para não falar do celebérrimo Pacto da Justiça que celebrou com Sócrates e cujos resultados estão à vista.
Convêm não nos esquecermos disto e ir lembrando o doutor Marques Mendes das suas responsabilidades.

( imagem da Cafetaria do Centro de Artes onde decorreu a conferência de Inprensa)


veja as propostas da candidatura do BE à Câmara de Sines aqui.
Nesta conferência de imprensa, a que compareceram apenas a Rádio Sines e o jornal o Leme, foi pela primeira vez convidado formalmente um blogue a estar presente, neste caso o Estação de Sines, bem como a SinesTV, um projecto que dá os primeiros passos e que naturalmente se defronta ainda com muitas dificuldades.

Só 29 dos actuais 308 presidentes de câmara não se recandidatam
A notícia confirma aquilo que já se sabe: no poder local os Presidentes de Cãmara permanecem no cargo quase enquanto quiserem. A conclusão óbvia seria a de que, neste sector específico da actividade política, a qualidade do trabalho realizado seria pouco menos do que insuperável. Pura ficção. Estamos no campo puro e duro do caciquismo. Quem chega ao poder dificilmente de lá sai porque estabelece um poder pessoal sobre todos os mecanismos que afectam directa ou indirectamente a reeleição. Não há eleições em que o detentor do cargo político tenha tantas vantagens sobre os demais concorrentes como as autárquicas. Controlo da máquina da auatarquia, incluindo os recursos da mais variada ordem, controlo da débil e servil imprensa local, controlo dos sectores do negócio ligados ao imobiliário, habituais financiadores das campanhas autárquicas de quem está no poder, etc.
O fraco, para não dizer inexistente, controlo democrático do exercício do poder executivo leva a que tudo seja possível incluindo uma extrema pessoalização do poder municipal. A Câmara Municipal é, em regra, o umbigo do Presidente e um limitado círculo aí centrado no qual só têm lugar aqueles que fazem da obediência servil a sua regra.
Suponho que o PS e o PSD alterarão a lei que impede a reeleição, a partir de 2013, de autarcas com mais de 3 mandatos exercidos. O apelo dos caciques é intenso e alguns autarcas criaram raízes profundas no cargo que se disseminam por dentro das frágeis estruturas partidárias que secam e controlam. Trata-se de um processo de natureza cancerigena e, como sabemos, ainda não há cura para o cancro. Quando isso, por alguma razão, não acontece e os partidos promovem a renovação o autarca, na iminência de ser afastado, passa a independente com um qualquer "discurso de suporte político" para a sua decisão. O caso mais recente é o do autarca de Sines que descobriu, convenientemente, que nunca tinha sido estalinista e que o seu partido ao longo de 30 anos era estalinista que se fartava. Convivência incompatível, como se compreende. Quem é que quer ser afastado de um poder cujos mecanismos de controlo domina depois de o ter aperfeiçoado ao longo de 12 anos?
O que é inovador nesta notícia é a informação de que nalguns casos o pai é sucedido pelo filho. Ora, aqui está uma inovação. Talvez possa ser por esta via que, pouco a pouco, se vá restaurando a monarquia sem necessidade dos betinhos andarem a escalar as fachadas dos edificios municipais.

PS - declaração de interesses - sou candidato independentre pelo BE à Câmara de Sines da qual fui vereador, sem pelouros atribuídos, vulgo vereador da oposição, entre 1993 e 2001, eleito nas listas do PS, cuja candidatura liderei nas duas eleições.

O Governo contratou algumas dezenas de médicos cubanos para colmatar a falta de médicos nos Centros de Saúde do Alentejo. Sines receberá dois médicos que deverão iniciar funções rapidamente.
Nios próximos dias serão intensos os aproveitamentos políticos desta situação. Com eleições legislativas e autárquicas à porta não se pode esperar outra coisa. A actividade política tem destas coisas: podemos sempre retirar benefício daquilo que é um público testemunho da nossa incompetência. obretudo quando lidamos com necessidades básicas das populações como o direito à saúde e a uma asistência médica qualificada. Não há outra actividade humana que pague tão generoamente a quem faz da incompetência a sua arma.
O problema de fundo subsiste: as condições de acesso à saúde por parte das populações estão longe de estar garantidas, sendo apenas melhoradas com esta medida. Mas, falta tudo o resto a começar pela garantia de que o direito à saúde e ao ambiente está assegurado em condições de igualdade com qualquer outro cidadão do país.
O Governo faz agora aquilo que não foi capaz de fazer ao longo de quatro anos. O Autarca, que nada fez, e que se aproveitará agora do trabalho tardio do Governo. Falta aqui criar condições para que a candidatura do partido do Governo também aproveite algumas migalhas. Sugiro um Outdoor conjunto do Governo ladeado pelas duas candidaturas amigas. Por uma questão de simplicidade da mensagem e de economia de escala.

Foi hoje anunciado o fim do lay off na Repsol em Sines. Segundo informações da União dos Sindicatos de Sines o arranque da fábrica de Etileno no próximo dia 1 de Setembro significará o fim do lay off. Ainda está por fazer a verdadeira história deste estranho e claramente injustificado processo. Quais foram os verdadeiros objectivos da empresa espanhola com esta iniciativa? O que mudou na relação da empresa com so seus trabalhadores e com o tecido empresarial da região que dependia e depende da prestação de serviços à fábrica? Como é que esta decisão afectou a vida das empesas prestadoras de serviços e dos seus trabalhadores? Quem ganhou e quem perdeu com este inusitado e completamente injustificado processo?
Os espanhóis podem não ser grande coisa como gestores de uma empresa como a ex- empresa de polímeros de Sines, mas são eficazes a montar a sua teia e a ocuparem com as suas empresas o espaço antes ocupado pelas empresas portuguesas. Nisso são insuperáveis é uma cultura que lhes ficou do tempo dos Descobrimentos.



Recebemos de um leitor devidamente identificado uma informação sobre a Poluição que está a ser produzida pelos trabalhos de pintura da esteira de Tubegens da Petrogal. As duas imagens acima são duas de um conjunto mais alargado que poderá ver aqui.
Pode ainda ver um vídeo no You Tube.
Estes trabalhos, naturalmente justificados do ponto de vista técnico, acarretam ou não custos ambientais e nesse sentido são ou não obrigatoriamente acompanhados por medidas de minimização desses impactos sobre o ambiente e em particular sobre as áreas de floresta circundantes e sobre o ar?
Porque razão a autarquia, a empresa e o ministério do Ambiente não emitiram qualquer esclarecimento à população sobre este assunto?
(ler mais aqui)


Imagine o Outdoor acima colocado na entrada de uma cidade qualquer? Que objectivos cumprirá a sua colocação? Hipótese um: Trata-se de um Oudoor de divulgação de uma obra realizada pela autarquia e considerada um ex-libris da cidade que, desta forma, se pretende divulgar a todos os visitantes para que não a deixem de visitar. Hipótese dois: Trata-se de um projecto cuja obra vai arrancar dentro de dias e que por isso merece ser divulgado já que corresponde a uma velha aspiração da população. Hipótese três: Trata-se de um Outdoor destinado à divulgação de uma obra, das suas principais características e da sua localização.
A obra não foi realizada. A obra não tem financiamento aprovado nem projectos concluídos nem concursos lançados. O Outdoor não presta qualquer informação que não seja sobre o mau aspecto da coisa. Questão central: a Obra da "Cidade Desportiva" não é consensual entre as diferentes forças políticas candidatas às próximas eleições autárquicas havendo duas que já tomaram posição pública contra a a sua construção.
Afinal, porque razão este Outdoor aparece? A quem serve este tipo de propaganda? Trata-se de um Outdoor pago pela CM de Sines e que se destina a ser utilizado na campanha do candidato do SIM, o actual Presidente do Munícipio. Se o SIM tivesse colocado o Outdoor com o símbolo da sua candidatura era aceitável e ninguém poderia contestar essa iniciativa. Mas, convenhamos que os custos seriam diferentes e talvez não fosse legítimo afirmar que Sines Interessa Mais.(ler mais aqui)

Governo espanhol defende aumento dos impostos para os ricos para pagar políticas sociais

Eis uma medida que deixaria em pé os cabelos de Sócrates. Quem defende este tipo de políticas, em Portugal, são os "radicais da extrema-esquerda" como dizem agora os ministros socialistas em campanha.
Mas, além desta proposta, o PS Espanhol está a apoiar com 420 Euros mensais os desempregados que deixaram de receber subsídio de desemprego. Em Portugal o tempo necessário para que um trabalhador passe a ter subsídio de desemprego, considerado como Prazo de Garantia, é de 450 dias o que faz com que muitos dos trabalhadores mais jovens mais afectados pela precariedade não estejam abrangidos por qualquer forma de protecção social.

PS - O Prazo de garantia era inicialmente de 6 meses e é conhecido que essa situação estimulou vários tipos de abusos. No entanto a alteração efectuada em 2003 por Durão Barroso e Manuela Ferreira Leite passou este prazo de garantia para 540 dias - Decreto Lei 84/2003 - uma outra forma de abuso agora por aprte do Estado. Em 2006 - D_L 220/2006 - o governo actual reduziu esse prazo para 450 dias ainda um prazo manifestamente excessivo para prazo de garantia. Um período de 12 meses seria um tempo sensato.

Sporting têm de marcar em Itália em missão que não é impossível
Foi a melhor exibição da época e merecia muito mais do que o empate a duas bolas. Atitude, ritmo, vontade de vencer desde o apito inicial. Mas, também, alguns dos problemas do costume com a organização da equipa inicial e as opções ao longo do jogo. Pedro Silva fora de forma a comprometer logo numa das primeiras jogadas e a mostar aos italianos que o perigo que podiam criar tinha que ser por ali. André Marques, fraquinho todo o jogo, a mostrar que ainda não tem nível para ser titular de uma equipa como o Sporting. Caneira a entrar com o jogo já adiantado para segurar a vantagem e a mostrar, mais uma vez, que lateral só de recurso. Pereirinha, muito melhor do que a concorrência para o lugar de lateral direito, a começar no banco vá lá saber-se porquê. Mas, acho eu, é um crime ter um jogador com este talento e com a capacidade de desiquilibrar no último passe a jogar a lateral. Pior do que isso, admito, é colocá-lo no banco. Não vejo nenhum médio ala do lado direito capaz de rivalizar com Pereirinha.
Depois há a questão dos centrais: porque razão continua Tonel sem jogar se esta dupla é um verdadeiro passador? Todos acham que o mal é de Polga eu não concordo. Acho que Carriço pode ser muita coisa, é bom jogador, mas não será defesa central de marcação, porque é fraco no jogo aéreo. Tonel é mais um caso "à Paulo Bento": não joga mais, ponto final. Já para não falar da aposta em Djaló, quando toda a gente pedia Caicedo. Fica para a segunda mão.
Boa exibição de muita gente que ainda não tinha jogado a este nível a dar uma esperança de que é possível ganhar em Itália. Grande jogo de Miguel Veloso, depois de um ano perdido com amuos com o treinador, e do chileno que prometeu coisas excelentes.
Contra um árbitro com esta incompetência e esta parcialidade exuberante há pouco a fazer. Na única vez em que resolveu respeitar as regras do jogo em termos disciplinares o fulano expulsou Vucekvic. Antes tinha recusado expulsar, por vermelho directo, um central da Fiorentina e depois outro por acumulação de amarelos. Perduou ainda um penalti sobre Liedson, que está a melhorar.
Pode ser que isto ainda se componha.

O PSD entregou hoje o processo de candidatura às próximas eleições autárquicas no concelho de Sines. Felicito por isso o João Custódio, o Francisco Venturinha e todos os demais candidatos e aos membros e dirigentes locais do PSD. A democracia faz-se com a participação de todos e com todos a assumirem as suas diferenças e os seus projectos. Sou insuspeito de simpatias políticas pelo PSD mas fico satisfeito com esta candidatura. Não retiro, lá por isso, uma linha ao que escrevi sobre a "direita dos interesses" e as suas opções.
Aos candidatos desejo-lhes sorte e um bom resultado em Outubro, quer dizer, que tenham pelo menos os votos obtidos em 2005. Mas, sei que a tarefa é dificil.
Quanto às questões menores sobre Verdade, questões anatómicas etc, lembro-me sempre nestas ocasiões de Rabindranath Tagore, Nobel da Literatura em 1913, de que recomendo a leitura do livro " A casa e o Mundo" (da editorial Presença na versão que possuo, edição de 1986), que salientava a importância de se ensinar as crianças a ler mas que não deixava de salientar a importância de elas poderem compreender o que liam. Este, parece ser, infelizmente um tema actual. O mesmo excelente romancista, poeta, dramaturgo, pintor, músico e educador, e que foi uma das principais figuras do movimento nacionalista indiano e amigo pessoal de Gandi, escreveu que "Se se fechar a porta a todos os erros a verdade ficará lá fora" o que como todos sabemos é uma verdade, digamos assim. .. verdadeira.
Ainda sobre a diferença fundamental entre ler e compreender cito o professor José Pacheco, Mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto, "(...) Ler é diferente de compreender. Ler pressupõe o domínio do vocabulário utilizado, da estrutura sintáctica do material escrito, do conteúdo. A atitude do leitor e os seus preconceitos, ou seu interesse relativamente ao texto lido, influenciam a interpretação. Ser leitor pressupõe ser capaz de distinguir entre factos e opiniões, captar o significado literal, as asserções directas, as asserções paralelas, as paráfrases... O domínio da linguagem pode ser afectado pela rigidez de ideias, por carência de capacidade discriminativa. Ser letrado não significa apenas saber ler e escrever, mas ser funcionalmente letrado(...)"

José Manuel Fernandes retoma, hoje em editorial, a defesa da tese de que nos casos dos candidatos a contas com a justiça deve ser o sentido político e o sentido ético a prevalecerem de nada servindo a aprovação de novas leis. Denunciando "uma das prácticas mais nefastas é assumir que não há problema que não posa ser resolvido com uma boa lei" apresenta duas soluções: " ou os envolvidos em processos saem pelo seu pé, ou as lideranças os convencem a não se candidatarem"
Claro que o ideal seria a prevalência do sentido político e do sentido ético. O ideal em tese seria mesmo a completa falta de necessidade da lei. A insuperável moral de cada um e um apurado sentido ético de cada actorpolítico ou em excepcional recurso a acção das lideranças partidárias ditariam as regras. Mas, esse mundo não existe, nem esses protagonistas políticos tão pouco as lidreranças que poderiam actuar em último recurso caso tudo falhasse.
O caso não se resume tão pouco às situações que JMF pretende analisar no seu texto. Há situações em que ausente o sentido político e ético de cada um não há qualquer recurso para nenhum tipo de liderança. É o caso, cada vez mais corrente, dos candidatos autárquicos que a contas com a justiça e com o partido resolvem candidatar-se como independentes. Neste caso a quem recorrerá JMF? Mas, há uma outra diferença fundamental que é sistematicamente ignorada: é possível lidar da mesma forma com candidatos alvo de acusações não provadas e por isso constituídos arguidos e com candidatos objecto de condenação, ainda que com o direito a rcorrerem até aos limites do legalmente possível? E dentro dos candidatos objecto de uma sentença que os condena será lícito misturar no mesmo plano aqueles que tiveram um processo que nada teve a ver com a actividade política que exerciam e pretendem continuar a exercer daqueles que foram condenados porque no exercício dessa actividade política praticaram actos ilícitos com obtenção de vantagens pessoais? Não será sensato, neste casos, colocar na lei uma reserva que os impeça de continuarem a manobrar os cordelinhos de uma forma que já mereceu uma condenação? Não será uma medida sensata mesmo que se venha a provar que afinal a sentença era infundada?

Bloco de Esquerda afasta hipótese de qualquer coligação com PS
face às posições assumidas pelo BE e pelo PCP quem vai governar o país a partir das próximas eleições legislativas? Esta questão interessa a todos os portugueses e particularmente aos que se situam à esquerda do espectro político. A pré-definição de uma posição deste tipo, de recusa liminar de qualquer tipo de acordo com o PS, é uma contribuição para o reforço no voto do PS e um limitador do voto no BE.
Defendo que deve haver negociação à esquerda para definir um novo Governo capaz de responder às questões fundamentais que este Governo hipotecou e às suas escolhas desastrosas. Essa negociação faz-se, julgo eu, a partir da redefinição das posições relativas dos diferentes protagonistas da esquerda e far-se-á melhor com o reforço do BE e do PCP. Temo que a recusa pelos dois partidos de qualquer negociação pós-eleitoral com o PS dificulte esse reposicionamento e favoreça o PS de José Sócrates, estimulando o voto útil num partido que não o mereceu.
No entanto, apesar disto, todas as sondagens indicam que o BE irá certamente duplicar a sua votação, duplicando, provavelmente, a sua bancada parlamentar. Mas a questão subsistirá: quem vai governar o país? Não se pode governar com cerca de 20% dos votos, soma do PCP com o BE, se é que BE e PCP se podem, alguma vez, coligar para formar um Governo.

Este Sporting não entusiasma e vive à custa dos outros
O jogo foi péssimo. A equipa inicial acumulava uma série de equívocos. Há jogadores que não prestam ou, melhor dizendo, cuja utilidade ainda não está patente aos nossos olhos, embora, seja uma evidência para o Pedro Barbosa. Há jogadores que se foram embora, para o Porto por exemplo, cuja utilidade nós admitíamos, embora ela fosse nula aos olhos do Pedro Barbosa. Paulo Bento é o treinador que mais muda a equipa da primeira para a segunda parte o que, se revela uma enorme flexibilidade, que contraria a imagem de cinzentismo que lhe querem colar, revela, por outro lado, uma insuperável capacidade para se equivocar nas escolhas iniciais. Não fora isso e tivesse o Sporting aproveitado a maioria das primeiras partes no reinado de Paulo Bento e quantos titulos não teríamos conquistado?
Não vale a pena perder tempo com esta equipa e com este conjunto amorfo e mal orientado de jogadores. Não vai ser um ano de muito sofrimento: estamos mentalizados para o pior.

Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso
Este procedimento tornou-se nas últimas décadas um triste e sinistro hábito. Não é o Governo, nem sequer este Governo, que detém o monopólio desta forma de contratação e de utilização dos dinheiros públicos: as autarquias usam e abusam deste tipo de procedimento e seria interessante saber quantos milhares de milhões de euros foram adjudicados por esta via, à revelia dos concursos públicos ou de formas transparentes de contratação. Há uma corrupção generalizada na utilização dos dinheiros públicos. Os contratos vão para os amigos e para os camaradas e permitem excluir todos aqueles que são hostis e que se atrevem a ter opinião.
O caso do parque escolar é apenas um entre centenas. A remodelação dos lares, dos infantários, das esquadras da polícia, seja do que for, seguiu sempre esta lógica, sinistra, em que o volume de investimento público em projecto e acessorias vai, em grande parte, para as mãos, não dos mais aptos e mais bem preparados para fazerem o trabalho, mas dos melhores posicionados junto do umbigo de quem adjudica. Hábitos corruptos que retiram todos os anos a maior parte da encomenda pública do mercado, transferindo-a para um outro mercado paralelo, onde campeia o compadrio em vez da competência, onde a cunha vence o mérito por larga margem e no qual é o poder político que domina. Hábitos corruptos que impedem a estruturação de verdadeiras empresas nesta área impedindo a afirmação de projectos empresariais numa área em que é fundamental a existência de um mercado a funcionar de forma transparente e regulada. São, no país inteiro, dezenas de milhares de postos de trabalho de gente qualificada que se perdem por esta via. Umsumercado dentro deste mercado paralelo é a adjudicação por ajuste directo, sem qualquer forma de concurso, de serviços de consultadoria às empresas criadas no âmbio das Universidades, uma práctica corrente nos poder local, permitiu controlar a função crítica tradicional dessas instituições que passaram de críticas a acríticas. Quem se mete com o poder político e sobretudo com o poder autárquico -menos exposto à vigilância dos média - não come e pode mesmo acabar mal.

PS - O que está em causa não é a adjudicação de projectos arquitectura, mas sim de projectos completos de construção ou de remodelação das escolas o que como a autora da notícia devia saber não é a mesma coisa.

Socialistas próximos de José Sócrates lançam forte ataque a Cavaco Silva
Junqueiro, Vitalino, Vítor Baptista, são homens fortes do PS? Percebe-se bem o estado de fraqueza a que o PS chegou. Segundas figuras, incapazes de, com as suas declarações, beliscar ainda que minimamente Cavaco Silva. Se são estes os actores que Sócrates mobiliza para a luta política bem pode ir pondo as barbas de molho.

"PS deve desafiar PCP e BE para o Governo"
Ferro Rodrigues não faz grandes criticas ao Governo e à liderança de José Sócrates mas também não faz grandes elogios. Mas, aquilo que é mais significativo na entrevista é a defesa da tese de que o PS deve em primeiro lugar convidar a sua esquerda para o Governo e só depois admitir uma aliança com o PSD.
Claro que Ferro Rodrigues sabe que essa aliança é quase impossível face às posições tomadas pelos diferentes líderes e face às políticas do Governo PS e ao tipo de orientação que Sócrates lhe imprimiu. Relativamente ao tempo em que Ferro Rodrigues liderou o PS - a última vez em que o PS adoptou uma postura política de esquerda e não de centro esquerda - muita coisa mudou. Não foi apenas "(...) a cristalização do PCP nos seus dogmas dos anos 50(...)" ou o "(...) BE [que] tinha uma atitude bastante mais aberta. Agora, concorre com o PC a ver quem ataca mais as políticas reformistas do PS(...)" Ferro Rodrigues parece ignorar a viragem à direita do PS e as opções políticas feitas pelo seu partido.
Mas, o essencial é a defesa de uma tentativa de acordo à esquerda. Sócrates não irá por aí porque não encontra qualquer mérito numa política mais à esquerda. Não subscreve a tese de Alegre de que "falta esquerda na política portuguesa." O PCP e o BE não irão por aí, pelas razões que se conhecem.
Ferro Rodrigues sabe que não há nenhuma solução política de governação à esquerda sem o PS ou contra o PS. Sabe que a curto-médio prazo esse cenário não se coloca. Ora, o longo prazo pode ser um tempo aceitável para os políticos mas é um tempo excessivo para os cidadãos. Por isso, passados estes próximos tempos, quem não negociar a partir das posições que o povo lhe atribuíu será excluído. Serão os cidadãos a determinarem essa evolução. Negociar em torno de projectos políticos e de plataformas de entendimento que respeitem o essencial dos projectos de cada um.
O PS actual acha que a sua esquerda está limitada pelo facto de se colocar sistematicamente fora do Governo e recusar qualquer entendimento com o PS, apostando - a recuperação da miragem/utopia comunista - na sua substituição. A esquerda do PS, que cresceu muito nos últimos anos particularmente o BE, acha que as políticas do Governo e as suas consequências sociais irão potenciar o crescimento político dessa mesma esquerda e aumentar a sua influência política, minimizando ou até substituindo o PS. Julgo que nenhum dos lados tem razão, embora nas próximas eleições legislativas e autárquicas se vá, julgo eu, poder concluir que a a esquerda do PS tem razão.



A mandatária da candidatura do Bloco de Esquerda à autarquia de Sines, drª Ana Vilhena, entregou esta tarde no Tribunal o processo completo da candidatura.(ler mais aqui)

De acordo com fontes geralmente bem informadas o PSD não solicitou, até ao final do dia de hoje, qualquer certidão para os integrantes das listas candidatas à autarquia de Sines. Ainda o pode fazer amanhã, mas arriscamos já a denúncia deste facto inédito na vida democrática em Sines: o PSD não se candidata a qualquer dos orgãos da autarquia de Sines.
Descobre-se assim a estratégia que esteve por detrás das sucessivas desistências de diferentes candidatos e da apresentação de um candidato que desde o ínicio apareceu como fraco e garante seguro de uma votação muito abaixo dos valores normais do PSD: o PSD vai votar massivamente no SIM. Manuel Coelho, que manobrou na sombra, ou às claras, por interpostas pessoas, recebe assim de uma assentada um "grupo de cidadãos" que vai engrossar o seu movimento de apoio à recandidatura dos transfugas da CDU. A direita dos interesses já escolheu o seu candidato. Sabe com aquilo que pode contar e está de peito feito para o saque que se adivinha. Saliva quando ouve falar de Cidade Desportiva e dos milhões que pode capturar com os terrenos libertos para a especulação imobiliária. Quer continuar um trabalho que tantos lucros lhe proporcionou nos últimos vinte anos.
Este é o segundo golpe do baú depois da famosa candidatura dos Independentes em 1997 e destina-se a tentar evitar aquilo que se desenhava, ontem como hoje, como inevitável: a derrota de quem tem exercido o poder autárquico de uma forma tão prepotente e tão incompetente. Mas, os tempos são outros e há muito mais andorinhas nesta primavera. A bipolarização de 1997 já não se repete.

Sócrates diz que o Governo está no caminho certo
Num dia o anúncio de que número de desempregados sem direito a subsídio de desemprego aumentou 138 mil e ele calado que nem um rato. No outro o anúncio de um ligeiro estertor na economia: 0,3% de crescimento e ele eufórico e oportuno lá veio explicar que esse ligeiro estertor significava, afinal, que o Governo estava no bom caminho.
Não deixa de ser triste que um líder político dependa assim tanto de tão poucas décimas e que necessite de proclamar o óbvio: para Sócrates o Governo tem que estar no bom caminho, mesmo que a economia não reaja, reaja pouco, ou o número de desempregados não pare de aumentar. Não é esta a triste sina de um líder político que governa protegido da realidade por uma inexpugnável maioria absoluta?

Bettencourt fala do Benfica e de Paulo Bento no Facebook
Bettencourt tem sido notícia nos últimos dias pelas suas inesperadas e polémicas declarações. Antes fosse pelos resultados da equipa ou pelas exibições da mesma. Declarou que o Sportig se situava num patamar diferente do Benfica e do Porto e que a culpa era dele que não inha arranjado dinheiro para reforçar a equipa. Diz-se que preteneu retirar pressão da equipa desulpabilizando-a à priori pelos eventuais - e garantidos - desaires sofridos. Se foi essa a ideia serácaso para dizer, como um reconhecido gestor bancário deve saber, que nem todas as ideias merecem ver a luz do dia. Como foi o caso dessa infeliz declaração.
O Sporting está num patamar diferente e único. Um patamar em que o único objctivo da equipa, ano após ano, é obter o segundo lugar e aceder à Liga dos Campeões. Um patamar que foi obtido com o recurso à estabilidade. Estabilidade da equipa técnica e do modelo de jogo que transformou uma tarde ou uma noite e futebol em Alvalade num dos programas mais aborrecidos a que alguém pode deitar mão se entender que ainda não se aborreceu o suficiente. O Sporting de B-B como o Sporting de Paulo Bento e de todos os anteriores presidentes, é uma equipa estável, com um modelo de jogo estável, que não necessita de Figos, Cristianos Ronaldos, Quaresmas e outros extremos que fizeram as delícias de gerações de sportinguistas e que, além dos sucessos desportivos que proporcionaram, permitiram ao clube um encaixe de receitas que faz corar de inveja os patacos que os acessos à Liga dos Campeões permitem arrecadar.
O Sporting antes de Paulo Bento era uma equipa que podia não ganhar sempre, esteve mesmo muito tempo sem ganhar, mas lutava por o conseguir e conseguia mesmo assim fidelizar milhares de associados que nunca desitiam de ir a Alvalade apoiar a sua equipa. O Sporting actual, pelo contrário, apenas contribui com o seu futebol para dar cabo dos nervos dos seus associados e para, através do seu estável sistema de jogo, desvalorizar os activos que a formação lá vai produzindo, incluindo extremos e laterais verdadeiras inutilidades para um modelo e uma equipa que comprou Caneira, e o adaptou a lateral - deves ser um dos piores laterais esuqerdos do campeonato mas certamente o mais caro - Grimi, um argentino de quarto nível inferior ao Roni e a qualquer júnior do clube, e queria mesmo gastar dinheiro para comprar César Peixoto, veja-se o nível de disparate a que se chegou.
Bettencourt está na fase das lamentações apesar da época ainda nem ter começado. Nalguma coisa temos que mostrar que somos melhores do que os outros.

Manuel Salgado: Substituição de bandeiras foi "demonstração da insegurança" do centro da cidade
Um condomínio privado à volta da Câmara Municipal seria a solução ideal para garantir a segurança que os betinhos monárquicos puseram em causa. Assim a esquadra, que se passaria a chamar de proximidade, trataria dos assuntos dos condóminos e, se não fossem suficientes os efectivos, sempre poderiam contratar segurança privada. Por outro lado, sendo um condomínio com a Câmara no seu interior, ninguêm poderia vir dizer que se tratava de uma parte do território municipal retirada da alçada da gestão democrática da cidade, como acontece com os condominios. O único inconveniente era a falta de moradores. Mas, com as necessárias adaptações do edificado não faltariam interessados, necessariamente classe alta que, como dizia o Augusto Mateus, a Baixa-Chiado não é para todos quanto mais o condomínio privado da Câmara na Baixa-Chiado, esse futuro ex-libris da gestão socialista da cidade.

Adenda: O Manel aprendeu muito quando foi o braço esquerdo, credo, direito, da Zezinha na Câmara de Lisboa. Se a senhora não tivesse sido convidada pela dona Manuela e logo para um lugar elegível ele ainda a convidava para seu braço esquerdo, cruzes, direito, na Câmara de Lisboa. Temos que ser uns para os outros não é, que os tempos não estão para ideologias e outras velharias.

Sócrates acusa direcção do PSD de ser “herdeira de um certo espírito do salazarismo”
Sócrates, no artigo de opinião publicado no JN, elegeu três diferenças fundamentais relativamente à direita: atitude, investimento público e políticas sociais. A estratégia de Sócrates é simple se clara, mas duvido que seja eficaz. O que é simples costuma ser bom mas, qur-me parecer, que neste caso Sócrates está a ser simplório e isso, como sabemos, não leva a nada de bom.
Quanto à atitude aquilo que os portugueses recordam de Sócrates é sobretudo traduzido numa palavra: arrogância. Ora, tendo a maioria absoluta, o que se exigia a um líder socialista era a promoção de um clima de diálogo e de mobilização da sociedade para as mudanças necessárias. Optou, deliberadamente, pelo contrário. José Gil analisou esse comportamento no seu último livro e dedicou particular atenção ao conflito na educação um símbolo maior da arrogância e autismo político deste primeiro-ministro.
Quanto ao investimento público, Sócrates, apostou como se sabe no controlo do défice. Reduziu o investimento público porque, até ao rebentar da crise internacional, a sua adesão às teses do neoliberalismo foi total. Portugal aderiu ao PEC que não é mais do que a tradução na UE das teses do consenso de Washington. Trocou o desenvolvimento ecónomico pelo controlo do défice, contraindo a economia e deitando no desemprego centenas de milhares de trabalhadores.
Quanto às políticas sociais, bom, Portugal é no contexto da UE, em áreas em que a Europa não tem uma política comum, um dos mais liberais. A política de habitação ésó um exemplo. Mas, que outro país tem umadesigualdade tão acentuada? Que outro país tem um salário mínimo tão baixo, que outro país tem as pensões de miséria que Potugal tem? Que outro país tem os paupérimos apoios à natalidade que Portugal tem? Mas, Portugal com Sócrates, não tendo alterado significativamente esse quadro terrível de desigualdade e de injustiça social foi pródigo a apoiar o sistema financeiro e a socializar os prejuízos que grupos de vigaristas organizados criaram. Uma questão de escolha que nunca colocou o primeiro-ministro perante qualquer tipo de dúvidas.
Da mesma forma a muitos daqueles que em 2005 lhe deram a maioria absoluta não restarão dúvidas de que a opção para que ele os convoca é apenas uma manobra para os desviar do essencial. A falsa opção que Sócrates lhes propõe não é entre a esquerda e direita nem existe o risco do regresso da direita com Manuela Ferreira Leite. A direita, a sua face mais adapatada a este ciclo político, tem estado no poder.
Mas trata-se de uma tentativa vã de confundir os cidadãos como se verá em Setembro.

Cavaco "estupefacto" com a não-recondução de João Lobo Antunes ao Conselho Nacional de Ética
Julgo que a estupefacção apenas pode resultar da violação de um compromisso anteriormente estabelecido entre Cavaco e Sócrates. Quanto ao resto, não tem sido essa a imagem de marca do Governo? Quem se opõe ou critica é tomado de ponta e, logo que possível, o Governo retalia. Lobo Antunes criticou um projeco do Governo. Estava à espera do quê? De aplausos? Da recondução no Conselho Nacional da Ética? O problema não está nesta atitude mas nas atitudes da mesma natureza que no dia a dia são praticadas contra empresas e cidadãos, individualmente considerados, apenas e só porque são críticos do Governo e, pior do que isso, críticos do seu querido líder. Ora, muitos desses cidadãos e dessas empresas não pertencem ao inner circle do Presidente da Repúlica nem as suas desgraças são relatadas nos jornais. Quem os defende?

Liga dos Campeões: Sporting defronta Fiorentina no "play-off"
Pronto já está no ar a tal famosa falta de sorte no sorteio. A Fiorentina é dificil e nem sequer é o adversário que o presidente do clube desejava. Mas, o problema não é a Fiorentina, como não seria o Celtic, nem qualquer outro com excepção talvez do Timisoara. O problema está em Alvalade, na pobreza da equipa, evidenciada de forma clara na anterior pré-eliminatória. Uma equipa confusa, desorganizada, deficientemente reforçada ou melhor enfraquecida, uma equipa triste, que joga um futebol desgarrado e cuja liderança técnica está completamente esgotada sem que os directores manifestem capacidade para agir no momento próprio. Já não o podem fazer, porque esse momento já passou.
O Sporting como equipa está mais fraco do que o ano passado. Saiu Derlei, sem que até agora se vislumbre um reforço de qualidade equivalente. Caicedo parece ter qualidade mas não parece que alguma vez chegue aos calcanhares de Derlei, mesmo na sua actual condição de trintão desgastado. Saiu Rogmanolli e entrou Matías Fernandez, mas, ou muito me engano, ou o chileno não chegará nunca aos melhores níveis de Pipi. Saiu Tonel ,relegado para o banco há meses, e o Sporting sofre golos pelo ar sempre ... que joga e não marca golos pelo ar a ninguém. Pelo meio o melhor defesa a jogar em Portugal, Polga, dá-se mal com a nóvel companhia e arrasta-se num nível exibicional medíocre. Moutinho, passa metade da época e dos jogos a jogar encostado às laterais, para logo que as coisas pioram - pioram sempre durante a primeira parte dos jogos- aproveitar a parte restante para mostrar ao treinador, pela centésima vez, que não há no Sporting um 10 ao seu nível. Também não há em Portugal, como se sabe. Podíamos ir por aí fora. O Sporting actual é a expressão apurada de todos os equívocos de Paulo Bento que beneficiou de um período invulgarmente longo para os sublimar.
Não há, na Liga dos Campeões, adversários suficientemente maus que nos possam valer.

Num conselho de ministros particularmente profícuo o Governo parovou entre outras 24 meddas o "Decreto-Lei que constitui a sociedade Polis Litoral Sudoeste – Sociedade para a Requalificação e Valorização do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, S. A., sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, que tem por objecto a gestão, coordenação e execução do investimento a realizar no âmbito do Polis Litoral Sudoeste – Operação Integrada de Requalificação e Valorização do Litoral Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina". Mais vale tarde do que nunca dirão alguns, mas outros muito naturalmente desconfiarão.(ler mais aqui)

Apesar da condenação, irá Isaltino ser reeleito? Ninguém arrisca apostar
Ganha na mesma e se não tiver maioria absoluta não terá dificuldade em fazer alianças que lhe permitam governar com apoio no executivo e na Assembleia Municipal. O exercío do poder em Oeiras, como em muitos outros concelhos, é desde sempre uma questão pesoal. O PSD apresenta uma candidata fraquinha que ninguém conhece, apesar de aparecer na televisão num programa de fraca audiência. O candidato do PS quem é? Alguém destinado a governar em parceria com o "tio Isaltino" como aconteceu nas últimas eleições, certamente.
Há aqui um equívoco nesta discussão. Um autarca com um apreciável sentido pessoal do exercício do poder além da sua "obra" constrói a sua clientela. Ora essa clientela ancorada numa teia de decisões muitas vezes apenas perceptíveis pelos interessados e pelo autarca bnemérito é "de confiança". Estes autarcas já o faziam quando representavam os seus partidos e com conhecimento destes. Nesse sentido o eleitorado não tem nenhum motivo para se afastar deles e valorizar a posição partidária. Aliás, toda a gente sabe que na Assembleia da República partidos como o PS e o PSD evitam a todo o custo qualquer tentativa séria de lutar contra a corrupção. Porque raio teria que ser diferente em Oeiras, perguntará qualquer eleitor a quem o Presidente Isaltino até já fez uma pequena atenção.

Louçã defende que Isaltino tem condições para se recandidatar
Não me parece nada correcta esta posição de Francisco Louçã. As condições existem no plano legal mas não deveriam existir. Se Isaltino pode, como qualquer cidadão, defender-se da sentença proferida pelo Tribunal, recorrendo até ao Supremo, no plano político a coisa pia mais fino já que estamos perante alguém que foi condenado por crimes cometidos no exercicio do cargo a que pretende recandidatar-se. Ora, situações em que um político retira benefícios ilegítimos da sua posição política não podem deixar de contaminar o próprio processo de eleição. São conhecidos os mecanismos de influência do voto ao nível local e a ele não são estranhos os mecanismos menos transparentes de relação com os interesses económicos e em particular com os interesses menos legítmos. A democracia, em defesa da transparência e pelo combate à corrupção, não pode permitir que se apresentem em pé de igualdade - embora se saiba que quem se deixa corromper é muitas vezes mais igual do que os outros - os que já foram condenados por retirarem benefícios do exercício de lugares públicos com aqueles que se candidatam em defesa desses interesse e das suas convicções políticas. Pode-se argumentar que caso o cidadão seja posteriormente absolvido por um dos Tribunais de recurso estaríamos perante uma punição excessiva por um crime não provado. Mas, temos que distinguir entre os direitos de cidadão, incluindo o direito a uma carreira profissional, com o estatuto de um Presidente da Câmara que não é uma carreira profissional e articular isso com o carácter transitório dos cargos públicos. Aliás, posteriormente à sua absolvição Isaltino, ou qualquer outro no seu lugar, recupera odireito a candidatar-se outra vez. Há que equilibrar o interesse geral da democracia com o interesse particular dos individuos e devemos concluir que até que o Tribunal de recurso decida uma adequada medida de prudência é evitar que o mal que sterá sido feito se continue a propagar. A questão da morosidade é um facto mas, do meu ponto de vista, reforça a necessidade de se adoptarem medidas corectivas a este nível.
Já relativamente a pessoas objecto de acusações e até constituídas arguidas mas ainda não formalmente condenadas pelo Tribunal não faz sentido invocar esse tipo de restrição já que muitas das acusações que se fazem visam meros interesses político-partidários. O que não é de todo o caso.

O revivalismo é quase sempre inglório, principalmente quando se tenta viver o que já foi vivido. Mas quando se recorda, o cérebro não faz a distinção entre passado e presente, vive-se, por momentos, algures num espaço-pensamento, o que já se viveu.
Quem esteve na festa dos Dias Atlânticos na passada sexta-feira, não viveu um revivalismo nem uma simples recordação, viveu um encontro, um reencontro. Viveu a experiência do tempo, que pode ser tão abstrata quanto concreta. A música, o espaço e as pessoas reencontraram-se num espaço já diferente para todos. Todos sentimos que era um novo espaço, um novo tempo. Mas as pessoas e sua vontade de celebrar os bons momentos da vida foi o que prevaleceu numa noite memorável. São elos que se refazem e descobrem na partilha de coisas simples e mágicas como a noite e a música. Se quiser, Aqui ao lado pode ouvir uma das músicas intemporais que cruzaram os tempos.
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Parabéns à organização e aos DJ's ... que continuam um charme, principalmente um certo rapaz grisalho de camisa branca :)

Autogolo no último minuto apura Sporting
Miserável a exibição do Sporting ao longo do jogo. Lamentáveis e incompreensíveis as opções de Paulo Bento em toda a eliminatória. Neste jogo resolveu retribuir ao Twente o facto de terem jogado a primeira mão com menos um colocando Djaló a (não)jogar o tempo todo. Paulo Bento acha que jogadores como Djaló e André Marques são capazes de justificar algum dia o facto de estarem a jogar no Sporting. Compreende-se porque se trata do mesmo treinador que entendeu que Varela não servia para coisa nenhuma. Quantos adeptos do Sporting acham que a equipa neste caminho não acaba, mais uma vez, goleada de forma humilhante? Um mínimo de bom senso permitiria dar um safanão nesta apagada e vil tristeza. Infelizmente um golo obtido nos últimos segundos vai impedir que se veja aquilo que está à frente dos olhos de toda a gente. Esta equipa com este treinador apenas pode fazer uma época semelhante à exibição hoje produzida: miserável.

Isaltino Morais condenado a sete anos de prisão e a perda de mandato
Isaltino foi condenado a 7 anos de prisão. Assim sendo cumprirá prisão efectiva e perderá os seus direitos políticos, incluindo o direito a continuar a presidir à Câmara de Oeiras ou o direito a recandidatar-se. Mas, Isaltino tal como qualquer cidadão tem o direito a recorrer da sentença e poderá recorrer até ao Supremo. Ainda bem que assim é. Dessa forma poderão passar vários anos -mais de 6 na pior das hipóteses - até que esta sentença seja confirmada ou revogada. Até lá Isaltino, como qualquer cidadão no seu lugar, é um homem livre e não perde qualquer um dos seus direitos de cidadão. Mas, Isaltino não é um cidadão qualquer: é um político em exercício de funções e que pretende continuar nelas depois do próximo acto eleitoral a que já anunciou a sua recandidatura. Acresce o facto de os crimes pelos quais foi condenado terem sido exercidos no exercício desse lugar a que quer continuar ligado. Lugar em que era suposto defender o interesse público com competência, honestidade e um elevado sentido da ética. Lugar no qual, segundo rezava a acusação confirmada pelo Tribunal, terá retirado elevados benefícios pessoais do exercício do cargo, subvertendo dessa forma a ética republicana a que os titulares dos cargos políticos devem estar vinculados e lesando o interesse público.
Isaltino poderá até estar inocente -hipótese em confesso não acreditar - e isso vir a ser provado, mas, o bom senso e um sentido da ética que deviam ser apanágio dos titulares dos cargos políticos e públicos, deveria determinar que ele próprio tivesse a iniciativa de abdicar do lugar que agora ocupa e de colocar um ponto final no processo que conduzirá à sua recandidatura.
Claro que as pessoas que praticam os crimes que conduziram Isaltino a esta acusação não adoptam normalmente de expontânea vontade os comportamentos que aqui se defendem. Por isso, em defesa do interesse público, do bom nome da polis, o sistema político deve estabelecer regras que tornem imperativos os comportamentos que algumas personalidades já não são capazes de adoptar por si só.
Há quem ataque, pelo seu exemplo, a democracia nos seus fundamentos, mas aquilo que é verdadeiramente intolerável é que democracia não adopte de motu próprio as regras que nos defendam a todos.


Chávez vai punir "delitos mediáticos" com prisão até quatro anos
“É necessário legislar sobre este assunto. É necessário que o Estado venezuelano regule a liberdade de expressão" diz a procuradora que elaborou a lei que permitirá a Chavez engavetar todos aqueles que recorram a uma liberdade de expressão "desregulada". A censura foi sempre um instrumento muito apreciado pelos ditadores.

Joana Amaral Dias confirma convite de Paulo Campos para integrar as listas do PS
Patéticas as gaguejantes explicações do Secretário de Estado das Obras Públicas. Tão patéticas como a insistência do PS num pedido de desculpas ao seu secretário geral. Uma das unanimidades no actual PS é que todos devem pedir desculpas ao seu secretário geral, o seu querido líder, José Sócrates. A começar pelo país que injustamente vai teimar em não lhe dar os votos que ele julga merecer.
Ficou claro que o PS convidou, através de um membro do Governo, um militante do Bloco de Esquerda para um lugar, destacadíssimo, da lista de Coimbra. Foi descoberto e pretendeu dar o feito por não feito. Mentiu. É feio.


 

Pedra do Homem, 2007



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