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Convido-vos a observar imagens como esta na galeria de imagens do Hubble: aqui
Aquilo que o Hubble nos mostra é tanto e tão pouco, e é também a grande solidão e uma grandiosidade que nos ultrapassa e do que afinal nós somos.

Ontem à noite, o nevoeiro cresceu do mar e da serra e adensou-se pelos pinhais, pelas estradas, pela cidade, por isso não o podemos ver, tão perto que estava da Terra. A última vez que isso acontecera foi há 73 mil anos e só regressará de novo a esta distância (55.578 milhões de quilómetros) no longínquo ano de 2287. Felizmente temos o Hubble, de contrário estas datas ditadas pela astronomia tinham algo de inútil e perverso.
Na fotografia acima lá está ele, indiferente à nossa pequenez, o Deus romano da guerra, mas que apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Vénus e com ela teve um filho, Cupido, e uma filha mortal, Harmonia.


 

Pedra do Homem, 2007



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