foto do Público via Causa Nossa
Ao que isto chegou. Um primeiro-ministro eleito por um partido socialista, republicano, já não digo laico, a misturar a igreja católica com a actividade do Estado, que era suposto ser religiosamente neutral e laico.
Porque será que o homem não se benzeu em casa?
Oportunismo político, puro e duro, como escreveu Vital Moreira e a mais absoluta falta de príncipios coisas que coexistem muito bem. Imagino o esgar de repúdio de Mário Soares face a esta imagem.

PS - Nesta dupla em que aparece o Estado e a Igreja, pode já lá estar a autoridade, mas uma coisa falta de certeza: os professores que não mereceram uma única palavra do primeiro-ministro. Parece que a educação socrática passa bem sem eles. Socialismos....


 

Pedra do Homem, 2007



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